quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Operação da Polícia Civil em Cumaru fecha bares e cabarés e prisão de vereador

Operação da Polícia Civil em Cumaru fecha bares e cabarés e prisão de vereador

Uma operação coordenada pela Superintendência de Polícia Civil do Araguaia Paraense, que contou com a participação do superintendente Antônio Miranda Neto, delegada Gláucia Cristo, investigadores Walter e Sobreira e os escrivães Raimundinho e Ítalo resultou no fechamento de 18 estabelecimento comerciais do gênero bares e casas noturnas na cidade de Cumaru do Norte.




 Na operação 11 maquinas musicais que estavam com o selo vencido foram apreendidas. A operação ocorreu na noite do último sábado (04), e teve como principal alvo bares e casas noturnas que funcionavam como casas de prostituição que estavam funcionando sem alvará de funcionamento e de forma irregular. De acordo com a delegada Glaucia Cristo, havia uma grande reclamação por parte da sociedade de bem do município que reclamava que os ambientes perturbavam a ordem o sossego público. Segundo Glaucia Cristo, alguns prostibulos funcionavam próximo a sede da prefeitura municipal e igrejas e ao centro comercial da cidade e causa certo transtornos, pois muitas das vezes as mulheres alteradas pelo consumo de bebida alcoólica tiravam a roupa no meio da rua diante de crianças e populares isso   causava constrangimento na população que solicitou uma ação enérgica da polícia  que realizou a operação na noite do sábado. Prisão de Vereador:  Durante a operação o vereador Antônio Bombinha, teve um depósito de bebida fechado pela polícia, o parlamentar não concordou com a ação e resolveu romper o lacre da interdição e incentivar outros moradores a fazer o mesmo. Bombinha, desacatou a equipe de policiais e acabou sendo preso pela polícia. Após ser conduzido para a cidade de Redenção, onde foi autuado por desacato o vereador foi liberado mediante o pagamento de fiança estipulada no valor de cinco salários mínimos. Os estabelecimentos interditados serão abertos após uma fiscalização da vigilância sanitária que vai avaliar se estão aptos a receber o alvará de funcionamento. Dinho Santos             
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