Discutir o papel da nossa juventude na política. Reconhecer seus valores, bem como levar em consideração e respeitar suas opiniões. Fortalecer suas atuações. Levar a sério nossos jovens.
Estes deveriam ser os principais objetivos que muitas formações na área de participação política deveriam ter. Jovens independentes, críticos e formadores de opiniões.
Enfim: deveriam contribuir para que esse jovem seja um sujeito de transformação da sociedade em que ele vive.
Jovens alienados e passivos sempre existiram assim como jovens conscientes e politicamente atuantes.
Os jovens atuais não são diferentes dos jovens de outrora, aceitam ou rechaçam valores, assumem ou não atitudes políticas com a mesma postura dos jovens do passado. Mudam apenas os meios de que dispõem para desenvolver sua consciência crítica ou para manifestar sua postura política.
O jovem que participa, vive o presente, não apenas se prepara para o futuro. A juventude é a época das inflexões.
Só os jovens têm capacidade e energia suficientes para assumir ou mudar os valores e práticas em constante construção pelas sucessivas gerações que vão assumindo o poder em cada formação social. Daí a importância da participação da construção da sociedade.
Parece que aos partidos políticos tem se interessado até agora, apenas pela capacidade de mobilização desses jovens em épocas eleitorais. Pouco ou nada investem na chamada e decantada formação política dessa juventude.
Praticamente todas as agremiações partidárias tem na sua estrutura um tal “instituto” que entre suas finalidades esta a discussão de programas partidários, princípios, estatuto, enfim na formação político-partidária não só dos seus quadros como da sociedade de uma forma geral.
Porém, com os maus exemplos de atuação partidária e de praticas políticas dos nossos atuais agentes públicos, era de se esperar a apatia e desinteresse pelo debate político que se abateu sobre a sociedade e em especial sobre os jovens.
Porém, com os maus exemplos de atuação partidária e de praticas políticas dos nossos atuais agentes públicos, era de se esperar a apatia e desinteresse pelo debate político que se abateu sobre a sociedade e em especial sobre os jovens.
É mais que chegada a hora dos partidos políticos olharem com mais interesse a atuação desses seus “institutos” destinados à essa formação política, sob pena de verem se esvair até mesmo essa capacidade de mobilização de nossos jovens.
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