quarta-feira, 27 de maio de 2015

VEJA OS NÚMEROS SORTEADOS DA MEGA SENA DESTA QUARTA FEIRA

CONCURSO 1708 DATA 27/05/2015
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SENAQUINAQUADRA
prêmio
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ganhadores
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Senado aprova mudança no fator previdenciário e na pensão por morte

 O Senado aprovou nesta quarta-feira (27) a MP 664, que dificulta o acesso ao benefício da pensão por morte e dá uma alternativa que pode permitir se aposentar mais cedo.
A mudança já havia sido aprovada na Câmara duas semanas atrás e agora segue para sanção (aprovação final) da presidente Dilma Rousseff.
A votação foi de 50 votos a 18. A medida provisória foi editada pelo governo como parte de um conjunto de propostas para viabilizar o ajuste fiscal (corte nos gastos públicos).
A emenda aprovada sobre fator previdenciário altera o tempo necessário para se aposentar. Ela já havia sido aprovada na Câmara. Foi apresentada pelo deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP). Ela propõe como alternativa ao fator previdenciário o chamado fator 85/95. Os números representam a soma do tempo de trabalho e da idade (85 para mulheres, 95 para homens).
Assim, uma mulher pode se aposentar se tiver 55 anos de idade e 30 anos de trabalho (com contribuição ao INSS): 55 + 30 = 85. Um homem precisa ter, por exemplo, 65 anos de vida e 30 anos de trabalho (65 + 30 = 95). A combinação pode ser qualquer uma, desde que dê 85 ou 95.
Caso o trabalhador decida se aposentar antes de atingir essa marca, a emenda determina que a aposentadoria continue sendo reduzida pelo fator previdenciário. Esse fator reduz o valor da aposentadoria se o trabalhador se aposentar antes do prazo. A medida valeria a partir de 2016.

Pensão por morte ficou mais difícil

No caso da pensão por morte, a medida prevê a exigência de dois anos de casamento ou união estável para que o viúvo ou viúva tenha direito à pensão por morte. Antes não havia nenhuma exigência.
Não existia também tempo mínimo de contribuição para ter direito ao benefício. Agora será 1 ano e meio.
A duração do benefício era para a vida toda, mas agora vai variar conforme a idade da pessoa que recebe a pensão.

Senador que trocar de partido não perde o mandato, decide STF

,O Supremo Tribunal Federal decidiu nesta 4ª feira (27.mai.2015) que a regra da fidelidade partidária não se aplica a senadores, prefeitos, governadores e presidentes da República. Os políticos eleitos para esses cargos estão autorizados a trocar de partido sem ter o mandato cassado.
O plenário da Corte entendeu, por unanimidade, que cassar o mandato de políticos eleitos pelo sistema majoritário, no qual o mais votado é eleito, apenas por terem trocado de partido violaria a “soberania popular”.
A decisão atinge em cheio a iniciativa do PT de tentar reaver o mandato da senadora Marta Suplicy (SP), que deixou a legenda e ruma para o PSB. A direção petista havia protocolado na 3ª feira (26.mai.2015) uma ação no Tribunal Superior Eleitoral pedindo a cassação do mandato de Marta por infidelidade partidária.
O PT escolheu um péssimo momento para mover a ação contra Marta. Acirrou a animosidade entre o partido e a senadora e, agora, tem chance praticamente nula de sucesso. A decisão do plenário do Supremo nesta 4ª feira foi unânime e será observada pelo Tribunal Superior Eleitoral.
Marta se disse “emocionada” com a decisão do Supremo. Em post em uma rede social, disse que a Corte “coloca fim a polêmicas, prevalecendo o principal instrumento da democracia: o voto”.
A regra da fidelidade partidária continua em vigor para cargos disputados pelo sistema proporcional: vereadores, deputados estaduais e deputados federais. Nesses casos, o político precisa justificar a mudança do partido por uma razão substantiva, como perseguição interna.
Luís Roberto Barroso, ministro relator do caso no STF, afirmou em seu voto que o vínculo entre partido e mandato é muito mais tênue no sistema majoritário do que no proporcional. “Não apenas pela inexistência de transferência de votos, mas pela circunstância de a votação se centrar muito mais na figura do candidato do que na do partido'',

Quem são os sete cartolas presos pelo FBI por corrupção na Fifa.

Cartolas da Fifa presos, em sentido horário: Jeffrey Webb, Jose Maria Marin, Nicolas Leoz, Eugenio Figueredo, Jack Warner, e Eduardo Li (Foto: AP)

As autoridades da Suíça e dos EUA prenderam sete executivos da Fifa e dois ex-executivos - entre eles o brasileiro José Maria Marin

Após mais de três anos de investigação, o FBI, com a participação de autoridades da Suíça, prendeu sete cartolas da Fifa e outros dois ex-executivos da federação acusados de participação em um gigantesco esquema de corrupção no futebol. Eles são acusados do desvio de mais de US$ 150 milhões - mas o valor do dinheiro desviado pode ser muito maior, chegando a bilhões de dólares.
Confira abaixo um breve resumo sobre quem são os cartolas presos - incluindo o  o vice-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), José Maria Marin.  Todos são acusados de envolvimento em corrupção na escolha das sedes da Copa do Mundo da Rússia, em 2018, e do Catar, em 2022.
José Maria Marin, 83 anos, cidadão brasileiro. Marin é advogado e político brasileiro. Foi governador de São Paulo entre 1982 e 1983, durante a ditadura militar. Marin assumiu a CBF em 2012, após a saída de Ricardo Teixeira, e atualmente é vice-presidente. Foi também presidente do comitê que organizou a Copa do Mundo no Brasil, e hoje atua na organização do futebol olímpico.
Eugenio Figueredo, 83 anos, cidadão uruguaio e americano. É vice-presidente da Fifa. Figueredo foi lateral esquerdo no futebol uruguai. Entre 1997 e 2006, assumiu como presidente da Associação Uruguaia de Futebol. Foi presidente da Conmebol entre 2013 e 2014, e ajudou na organização da Copa do Mundo do Brasil.
Eduardo Li, 56 anos, cidadão da Costa Rica. É membro do comitê executivo da Fifa e presidente da Federação de Futebol da Costa Rica.
Julio Rocha, 64 anos, cidadão da Nicarágua. Foi presidente da Federação da Nicarágua de Futebol e chefiou a União Centro-Americana de Futebol, que representa sete países. Atualmente faz parte do comitê de desenvolvimento da Fifa.
Costas Takkas, 58 anos, cidadão britânico. É assessor da presidência da Concacaf, a confederação da América do Norte e Caribe.
Jeffrey Webb, 50 anos, cidadão britânico. Webb é o vice-presidente de Joseph Blatter. É presidente da Concacaf, a confederação da América do Norte e Caribe e também preside da associação de futebol das Ilhas Cayman.
Rafael Esquivel, 68 anos, cidadão venezuelano. Esquivel é membro do Comitê Executivo da da Conmebol e presidente da Federação de Futebol da Venezuela desde 1988.
Além dos sete cartolas, a polícia suíça prendeu outras duas pessoas. Os dois são ex-executivos da Fifa. Um deles é Jack Wagner, que renunciou de sua posição no futebol em 2011 quando foi acusado de inúmeros casos de corrupção que teriam ocorrido na década de 1980. O outro é Nicolás Leoz, que presidiu a Conmebol entre 1986 e 2013. Ele renunciou de seus cargos na Fifa em 2013, pouco antes da publicação de um relatório sobre corrupção na federação. Na época, ele alegou problemas de saúde.

Tucuruí: Aluno de escola pública conquista Prêmio Jovem Cientista



 O estudante Moisés Lopes Rodrigues, 20 anos, conquistou o 2º lugar na categoria estudante do ensino médio do XXVIII Prêmio Jovem Cientista.O anuncio foi feito no dia 21 de maio, em Brasília, na sede do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

O tema da edição foi “Segurança Alimentar e Nutricional”. Moisés Rodrigues é aluno da escola estadual de ensino médio Rui Barbosa, em Tucuruí, sudeste do Pará. Ele e o professor e orientador do projeto, Paulo Sérgio, apresentam o trabalho nesta terça-feira (26), na Expo Milset Brasil 2015, em Fortaleza (CE).

O projeto sobre adubo com resíduo de peixe revelou-se uma alternativa de baixo custo e fácil acesso para a produção do agricultor. A invenção pode reduzir o uso de fertilizantes químicos e o impacto sobre o meio ambiente.

De acordo com o professor, não foi apenas o problema do descarte das carcaças dos peixes que motivou o aluno. Ele também observou a escassez de solos ricos em propriedades naturais na região de Tucuruí. (G1/PA)

MST bloqueia BR 158 em Santana do Araguaia



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O Movimento dos Sem Terra (MST),  bloqueou a Rodovia BR 158, no trevo da Barreira de Campos, a 15 quilômetros da cidade de Santana do Araguaia. O bloqueio a rodovia começou na madrugada desta terça (26). Os sem terra reivindicam do Incra uma decisão sobre a desapropriação da Fazenda Ouro Verde, localizada neste município, que há nove anos entrou em litígio agrário. Os sem terra, que desde esse período estavam acampados nas terras da fazenda, foram retirados de lá há três anos com a promessa de que voltariam assim que a área fosse desapropriada. Como nada foi cumprido até agora, eles resolveram chamar a atenção do Incra e das autoridades, bloqueando a BR 158 e interrompendo o tráfego de veículos na principal estrada da região. .

Veja como votou o senador do seu Estado, na MP que restringe o acesso ao seguro-desemprego

Veja, por ordem alfabética, qual foi a posição de cada senador na votação da MP 665:
Acir Gurgacz (PDT-RO) - Sim
Aécio Neves (PSDB-MG) - Não
Aloysio Nunes (PSDB-SP) - Não
Ângela Portela (PT-RR) - Sim
Antõnio Carlos Valadares (PSB-SE) - Não
Ataídes Oliveira (PSDB-TO) - Não
Benedito de Lira (PP-AL) - Sim
Blairo Maggi (PR-MT) - Sim
Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) - Não
Ciro Nogueira (PP-PI) - Sim
Cristovam Buarque (PDT-DF) - Não
Dalírio Beber (PSDB-SC) - Não
Dário Berger (PMDB-SC) - Sim
Davi Alcolumbre (DEM-AP) - Não
Delcídio do Amaral (PT-MS) - Sim
Donizeti Nogueira (PT-TO) - Sim
Douglas Cintra (PTB-PE) - Sim
Edison Lobão (PMDB-MA) - Sim
Eduardo Amorim (PSC-SE) - Não
Elmano Férrer (PTB-PI) - Não
Eunício Oliveira (PMDB-CE) - Sim
Fátima Bezerra (PT-RN) - Sim
Fernando Coelho (PSB-PE) - Sim
Fernando Collor (PTB-AL) - Não
Flexa Ribeiro (PSDB-PA) - Não
Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN) - Sim
Gleisi Hoffmann (PT-RS) - Sim
Hélio José (PSD-DF) - Sim
Humberto Costa (PT-PE) - Sim
Ivo Cassol (PP-RO) - Sim
Jader Barbalho (PMDB-PA) - Sim
João Alberto Souza (PMDB-MA) - Sim
João Capiberibe (PSB-AP) - Não
Jorge Viana (PT-AC) - Sim
José Agripino (DEM-RN) - Não
José Medeiros (PPS-MT) - Não
José Pimentel (PT-CE) - Sim
José Serra (PSDB-SP) - Não
Lídice da Mata (PSB-BA) - Não
Lindbergh Farias (PT-RJ) - Não
Lúcia Vânia (PSDB-GO) - Sim
Magno Malta (PR-ES) - Não
Marcelo Crivella (PRB-RJ) - Não
Marta Suplicy (Sem partido-SP) - Não
Omar Aziz (PSD-AM) - Sim
Otto Alencar (PSD-BA) - Sim
Paulo Bauer (PSDB-SC) - Não
Paulo Paim (PT-RS) - Não
Paulo Rocha (PT-PA) - Sim
Raimundo Lira (PMDB-PB) - Sim
Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) - Não
Regina Sousa (PT-PI) - Sim
Reguffe (PDT-DF) - Não
Ricardo Ferraço (PMDB-ES) - Não
Roberto Requião (PMDB-PR) - Não
Roberto Rocha (PSB-MA) - Sim
Romário (PSB-RJ) - Não
Romero Jucá (PMDB-RR) - Sim
Ronaldo Caiado (DEM-GO) - Não
Rose de Freitas (PMDB-ES) - Sim
Sandra Braga (PMDB-AM) - Sim
Sérgio Petecão (PSD-AC) - Não
Simone Tebet (PMDB-MS) - Sim
Tasso Jereissati (PSDB-CE) - Não
Telmário Mota (PDT-RR) - Sim
Valdir Raupp (PMDB-RO) - Sim
Vanessa Grazziotin (PCdoB - AM) - Sim
Vicentinho Alves (PR-TO) - Sim
Waldemir Moka (PMDB-MS) - Sim
Walter Pinheiro (PT-BA) - Não
Wellington Fagundes (PR-MT) - Sim