quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Redenção/ Trabalhador rural é executado 
A Polícia Civil de Redenção investiga a morte do trabalhador rural Wellington Carlos Gomes de Araújo, 25, executado na tarde de ontem, na estrada que liga Redenção ao distrito de Nova Esperança, “Siriema”, município de Santa Maria das Barreiras. 


O crime ocorreu às proximidades da antiga Fazenda da Coca, que fica a uma distância de 30 km da cidade de Redenção. “Bocão”, como era conhecida a vítima, foi alvejado com cinco disparos de uma pistola 765. Ele foi atingido em várias partes do corpo. Um dos projéteis acertou o coração da vítima, que morreu no local. 

DISCUSSÃO
As primeiras informações do crime dão conta que a vítima há poucos dias havia tido um atrito com a ex-mulher de quem havia se separado. A discussão aconteceu em Floresta do Araguaia, mas a polícia não sabe informar se o trabalhador chegou a agredir a ex-esposa, com quem possuía um filho. No local do crime ninguém soube informar se foi uma ou mais pessoas que mataram a vítima.   

Pela arma usada a polícia acredita que o crime foi encomendado e praticado por um pistoleiro profissional. O corpo da vítima foi levado para Redenção e depois da autopsia foi entregue para os familiares que residem no distrito de Novo Horizonte.  
A delegada Viviane Flores designou uma equipe de dois investigadores que vão tentar identificar o autor ou autores da execução. (Diário do Pará)

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013


Florentino Rodrigues é condenado a 24 anos de prisão em regime fechado


Em julgamento ocorrido ontem (21) em Parauapebas, Florentino Rodrigues, o “Minêgo”, foi condenado a 24 anos de prisão pela morte de Ana Karina. Outros três réus devem ir em breve a julgamento em processo marcado pela ausência do corpo da vítima.

Teve início na manhã desta quinta-feira (21) o julgamento de Florentino de Souza Rodrigues, conhecido por Minêgo, um dos quatro réus no caso da morte e ocultação do cadáver da comerciária Ana Karina Guimarães, ocorrido em 10 de maio de 2010 em Parauapebas. Ana Karina estava grávida de nove meses de Alessandro Camilo de Lima, outro acusado pelo assassinato e que aguarda julgamento de recurso impetrado no TJ-PA para ser julgado.

Também são réus no processo Alessandro Camilo e Francisco de Assis Dias, o “Magrão”, que se encontram presos em Belém. Graziela Barros, noiva de Alessandro e quarta ré nos autos, aguarda o julgamento em liberdade, graças a habeas corpus.

Em 2010, durante o inquérito policial, Alessandro Camilo confessou ter matado Ana Karina com a ajuda de “Minêgo” e “Magrão”. Segundo Camilo, o corpo da vítima foi esquartejado, colocado em um tambor de 200 litros, lacrado e jogado de cima de uma ponte no Rio Itacaiúnas, na zona rural do município de Marabá. Apesar das incessantes buscas, o corpo da comerciária jamais foi encontrado.

Julgamento
O julgamento teve início às 9 horas com o sorteio entre os 18 jurados presentes que formariam o Conselho de Sentença. Foram escolhidos seis mulheres e um homem. O plenário do Tribunal do Júri da Comarca de Parauapebas esteve lotado durante todo o julgamento e foi formado especialmente pelas famílias da vítima e do réu, estudantes de direito, membros do Judiciário, advogados, imprensa e populares em geral.

Logo após o sorteio, o juiz da Vara Penal de Parauapebas, Líbio de Araujo Moura, passou à leitura da denúncia. Depois, ainda na parte da manhã, foram ouvidas as sete testemunhas, quatro arroladas pelo Ministério Público, que esteve representado pelos promotores de justiça Danilo Colares e Guilherme Chaves Coelho, e três arroladas pela defesa, representada pelo advogado Fernando Jorge Dias de Souza e outros.

Após intervalo de pouco mais de uma hora para o almoço, o julgamento prosseguiu com a oitiva do réu, que negou peremptoriamente as acusações que lhe foram imputadas. Segundo “Minêgo”, as acusações que recaíram sobre ele não passavam de uma grande armação do então delegado André Albuquerque, presidente do inquérito à época, a quem acusou de corrupto e perseguidor. Ainda segundo “Minêgo”, na madrugada do dia 14 de maio o mesmo se encontrava em sua residência quando foi surpreendido com uma chamada restrita em seu celular. Do outro lado da linha, afirmou “Minêgo”, era Graziela Barros, noiva de Alessandro, pedindo socorro após afirmar que teve sua camioneta Hilux roubada e solicitando a “Minêgo” que a levasse até 
Curionópolis. Com riqueza de detalhes, “Minêgo” disse que no trajeto Graziela teria afirmado que haviam ceifado a vida de Ana Karina. Na sequência, “Minêgo” disse ter deixado a noiva de Alessandro em uma vicinal próxima a Curionópolis, onde estava uma camioneta Hilux lhe aguardando. Ainda segundo “Minêgo”, no dia do crime ele esteve durante todo o dia e até as 22 horas nas imediações da Vila Palmares II, onde o mesmo trabalhava em um laticínio de sua propriedade.

Florentino Rodrigues afirmou ainda que, já no presídio de Americana, onde estava preso junto com Alessandro, este lhe pediu perdão por tê-lo envolvido no caso e solicitou do mesmo que se mantivesse calado durante a oitiva que seria realizada na presença do juiz Líbio Moura, em Parauapebas. Para tanto, Alessandro lhe pagaria a quantia de R$ 80 mil.

O réu respondeu com segurança às perguntas formuladas pelo juiz, pelo representante do MP e por seus advogados, sempre negando a autoria ou qualquer participação nos fatos delituosos apresentados pela acusação.

Iniciados os debates, os representantes do Ministério Público foram incansáveis na tentativa de provar ao Conselho de Sentença que “Minêgo“ deveria ser condenado pela morte e ocultação do corpo de Ana Karina e que os fatos apresentados pela acusação provocaram ainda o aborto da comerciária. Para o promotor Danilo Colares, “Minêgo” era uma pessoa fria, calculista e que teria arquitetado o assassinado de Ana Karina por motivo torpe, não dando chance de defesa à vítima.

Os advogados de defesa insistiram que “Minêgo” era um injustiçado, que não teve participação alguma no fato delituoso e que era honesto, trabalhador e bom pai de família. Para a defesa, que apresentou vídeo gravado pelo delegado André Albuquerque, onde Alessandro Camilo e “Magrão” negavam que “Minêgo” tenha qualquer participação no crime, o réu não deveria pagar por um crime que realmente existiu, mas sem a participação de seu patrocinado.

Na réplica, a promotoria desqualificou as declarações apresentadas no vídeo, sob a alegação que Alessandro teria trocado o depoimento após passar sete dias preso junto com “Minêgo”. O promotor Colares afirmou que Alessandro e “Magrão” não tinham idoneidade para acusar ou absolver ninguém, quanto mais “Minêgo”. Colares apelou ao Conselho de Sentença que condenassem “Minêgo”, única forma de dar um consolo à família e a D. Iris, mãe da vítima, que sequer pôde enterrar a filha e o neto.

Na tréplica, a defesa argumentou que não havia nada nos autos que condenasse seu cliente, e seria uma grande injustiça que “Minêgo”, preso há dois anos e nove meses, pagasse por um ato que não cometeu. Para a defesa, “seria mais justo para o Conselho de Sentença absolver um assassino, do que condenar um inocente”.

Findado os debates, o juiz Líbio Moura fez a leitura dos quesitos que seriam respondidos pelos sete membros do Conselho de Sentença em uma sala secreta.

Veredicto
Uma hora e quinze minutos após a entrada dos sete jurados na sala secreta, o juiz deu o veredicto. O Conselho de Sentença reconheceu em Florentino Rodrigues, por 4 votos SIM, a materialidade e autoria do crime, e negou, por 5 votos NÃO e 2 votos SIM, a absolvição genérica do réu.

Na segunda série de votação, também de crime doloso contra a vida (aborto sem o consentimento da gestante), os jurados, por maioria, reconheceram que a vítima estava grávida. Em pergunta seguinte, por maioria de votos, que a gravidez foi interrompida pelas condutas descritas na denúncia. Em maioria, disse o colegiado que o acusado praticou manobras abortivas contra a ofendida. Por 4 votos SIM, disseram que a interrupção se deu sem o consentimento da gestante. Contudo, por 4 votos SIM e 3 NÃO, o colegiado absolveu o acusado dessa imputação.

Em todas as votações, atingida a maioria, sem voto diverso, as mesmas foram interrompidas, evitando unanimidade e quebra do sigilo, nos termos do art. 483, §§ 1º e 2º do CPP, com a nova redação da Lei nº 11.689/08.

Por fim, em virtude da decisão do Conselho de Sentença, Líbio Moura aplicou a sentença, condenando Francisco de Souza Rodrigues à pena definitiva de 24 anos de reclusão e mais trinta dias-multa no valor de 1/30 do salário mínimo vigente à época do fato. Pena esta a ser cumprida em regime inicialmente fechado, observando-se o juiz da execução penal os termos do art. 76 do CP. Ainda na sentença, o juiz isentou de custas, por ausência de previsão no Código de Organização Judiciária local mas, com base no artigo 387, inciso IV do CPP, e condenou “Minêgo” a pagar aos familiares da vítima a importância de R$ 100 mil. Valor este a ser apurado na esfera cível, ante os parcos elementos nesse sentido produzidos no processo penal. Acompanhe, clicando aqui, a íntegra da sentença.

Após o anúncio da sentença, o juiz passou a palavra aos representantes do MP. O promotor Danilo Colares, dirigindo-se à mãe da vítima, disse emocionado que tinha consciência de que a sentença não trará Ana Karina de volta, todavia, “fez-se justiça”, e que a sentença era apenas o começo.

A defesa agradeceu ao juiz Líbio Moura pela forma isenta como se deu o julgamento e anunciou que a mesma recorrerá em tempo hábil da sentença proferida.

O juiz Líbio Moura agradeceu a forma respeitosa com que acusação e defesa se trataram durante o julgamento e insistiu com o público que ambos (acusação e defesa) estavam ali cumprindo seus papéis institucionais. Dr. Líbio fez breve relato das dificuldades encontradas pelo Poder Judiciário em Parauapebas, devido à falta de estrutura, salientado que, por duas vezes, os réus deixaram de comparecer às audiências marcadas em virtude da falta de veículo que os conduzisse de Belém até Parauapebas.

Para o juiz, mesmo Parauapebas sendo uma terra onde se jorra ouro, essa riqueza não se materializa no Judiciário local, formado por pessoas honradas e trabalhadoras. O juiz agradeceu aos funcionários da Vara Penal pelo incansável comprometimento, à imprensa, a quem chamou de “Diário Oficial da Justiça que leva aos quatro cantos do mundo o resultado do trabalho realizado”. Agradeceu também ao público que se fez presente de forma mansa e ordeira e encerrou os trabalhos.

Florentino Rodrigues pernoita hoje (22) na 20ª Seccional de Polícia local e amanhã pela manhã segue de volta a Belém, onde cumprirá a pena imposta.

A Vara Penal de Parauapebas aguardará a decisão do TJ-PA no tocante aos recursos impetrados por Graziela Barros, Alessandro Camilo e Francisco de Assis Dias, os outros acusados da morte de Ana Karina, para marcar a data do julgamento dos mesmos.

Dona Iris, mãe da vítima, profundamente abalada, confessou ao blogger que estava apreensiva e relutante quanto ao resultado do julgamento. Todavia, agradeceu muito ao juiz, promotores, funcionários do Fórum local e especialmente ao delegado André Albuquerque (in memoriam), pelo empenho na elucidação do crime contra sua filha. (Blog Zé Dudu) 

Quanto custou para o povo do Pará a eleição do 

Sancler presidente da AMAT?

Segundo o deputado Parsifal pode ter alcançado a soma de R$ 150 milhões
                  
 Parsifal Pontes
Governador teria investido alto para eleger Sancler e Parsifal denuncia a farra
Segundo o Deputado Parsifal a eleição de Sancler para presidente da AMAT custou (ou custará) aos cofres públicos R$ 150.000.000, (cento e cinquenta milhões), além da desocupação da fazenda de um prefeito, que está sendo ocupada pelos sem-terra.
  
Detalhes: Em 2013 a conta subiu
    
Nesta eleição de 2013, já na quinta-feira (21), o Secretário de Obras do Governo, Joaquim Passarinho, acompanhado de áulicos, desembarcou em Marabá para avalizar os votos do dia seguinte.
   
Na sexta-feira (22), os prefeitos contabilizavam o que haviam conseguido para eleger Sancler Ferreira: como o governo não admitia ser derrotado pelo prefeito de Marabá, (que já foi aliado e é hoje um dos seus mais ferrenhos desafetos) a caneta do Passarinho foi bondosa.
    
Pelo que se ouviu, a conta ultrapassou os 200 km de asfalto, fazendo com que o preço da eleição da AMAT esse ano possa beirar os R$ 150 milhões.

    > Em 2011 a conta pode ter chegado a R$ 50 milhões

O deputado Parsifal Pontes, em seu blog faz um apanhado da farra com o dinheiro público.
Segundo ele, na última eleição da AMAT (2011), quando o governo elegeu o ex-prefeito de Tucumã, Celso Cardoso, a planilha das continências veio à tona: um manuscrito, de punho do próprio Celso, revelou que o prato de resistência foi a distribuição de 90 quilômetros de asfalto.

Só que o governo não cumpriu todo o compromisso, mas a parte liquidada pode ter beirado os R$ 50 milhões.

> Em 2013 a conta subiu

Nesta eleição de 2013, já na quinta-feira (21), o Secretário de Obras do Governo, Joaquim Passarinho, acompanhado de áulicos, desembarcou em Marabá para avalizar os votos do dia seguinte.

Na sexta-feira (22), os prefeitos contabilizavam o que haviam conseguido para eleger Sancler Ferreira: como o governo não admitia ser derrotado pelo prefeito de Marabá, (que já foi aliado e é hoje um dos seus mais ferrenhos desafetos) a caneta do Passarinho foi bondosa.

Pelo que se ouviu, diz o deputado a conta ultrapassou os 200 km de asfalto, fazendo com que o preço da eleição da AMAT esse ano possa beirar os R$ 150 milhões.

> Altaneira Polícia Militar

“Embora eu já tenha visto bois voarem, desta vez houve um compromisso inusitado: foi prometido a um prefeito, além do asfalto, a garantia de que a Polícia Militar vai retirar os invasores da sua fazenda. É a briosa prestando serviço eleitoral”.

> Cínicos, estoicos e epicuristas

Não há juízo moral na narrativa e a prática não é invenção dos tucanos. Como os governados querem mais que rezas, não é possível governar um Estado apenas com ave-marias: todos os governos se valem desses artifícios para conquistar e manter espaços de poder.

A diferença está apenas nos discursos: uns são cínicos, outros estoicos e há também os epicuristas. Os mais espertos, dependendo da ocasião, alinham-se com todas essas escolas no decorrer do dia: são os pragmáticos.


Homem é morto a tiros dentro de casa em São Félix do Xingu


O senhor Joel Martins Fernandes compareceu à Delegacia de Polícia de São Félix do Xingu, nesta segunda-feira (25), para relatar o assassinato a tiros de seu filho, Julio César Francischinelli Martins, de 33 anos, ocorrido hoje (25) às 7h30, dentro de sua casa. De acordo com o pai da vítima, um funcionário do filho dele, apelidado de “Bacana” teria visto o assassino sair de dentro da casa da vítima. Ele garantiu que se vê-lo novamente o reconhecerá. O motivo do crime não foi relatado. Julio César morava à Rua das Palmeiras, bairro Solar das Águas, em São Félix do Xingu. Seu corpo foi trasladado para o município de Nova Andradina (MG).

POLICIAIS E SEGURANÇAS DO GRUPO SANTA BÁRBARA PROMOVEM TERROR EM ÁREA DE OCUPAÇÃO NO MUNICÍPIO DE PIÇARRA. 
Leia Essa Matéria com atenção
 Policiais civis de São Geraldo do Araguaia, da Delegacia de Conflitos Agrários de Marabá e seguranças das fazendas do Grupo Santa Bárbara promoveram um verdadeiro terror contra um grupo de 110 famílias que estão ocupando, há cinco anos, parte da fazenda Castanhais no município de Piçarra, sudeste do Pará. O antigo castanhal foi comprado pelo Grupo Santa Bárbara. 

De acordo com denúncias feitas por vários agricultores à FETAGRI e a CPT de Marabá, na manhã do último sábado, dia 09 de fevereiro, policiais civis de São Geraldo e da DECA de Marabá, entraram na área acompanhados de seguranças da fazenda e algumas pessoas encapuzadas, que não puderam ser identificadas. 

Alegando estarem cumprindo um mandado de busca e apreensão, mas sem mostrar cópia do referido mandado, o grupo de policiais e de supostos seguranças, entraram em todas as casas, apreenderam motos, celulares, máquinas fotográficas, facões, espingardas de caça e outro pertences. 
Em seguida, prenderam 17 homens e uma mulher e levaram para a sede da Fazenda Espírito Santo, de propriedade do Grupo Santa Bárbara. 

Enquanto os policiais prendiam os trabalhadores e apreendiam seus pertences, homens encapuzados e os seguranças ateavam fogo nas casas, muitas delas, sem que as famílias pudessem retirar o que tinha dentro. 

Durante a ação policial no sábado, dia 09, foram queimadas 16 casas. Após atearem fogo nas casas, tratores da fazenda passavam a destruir as plantações das famílias.
Pequenos animais como porcos, galinhas, bodes, patos foram mortos ou ficaram perdidos no meio do mato. Mulheres foram humilhadas, crianças e idosos foram abandonados no meio da fazenda, debaixo de chuva e sem nenhuma proteção ou alimentação.  
Da sede Espírito Santo, os trabalhadores foram levados em um ônibus da fazenda até a beira da PA 150 onde foram embarcados em uma VAN, locados pelo gerente da fazenda.

Em Marabá, todos foram interrogados na DECA e liberados no dia seguinte.
Na segunda feira, dia 11, o gerente da fazenda conhecido por CAIM retornou para a área acompanhado dos seguranças e dos homes encapuzados. Ameaçando e humilhando as famílias, continuou com a destruição das casas e das roças. 

De acordo com levantamento feito pelas famílias, 98 casas foram queimadas e mais de 45 alqueires de roça de arroz, milho, mandioca, banana, abóbora, etc. foram destruídos. Grande parte das famílias mal conseguiu retirar alguns pertences de dento das casas. 

A trabalhadora rural LEANDRA conta que, reuniu 13 crianças, sendo uma delas deficiente e levou para seu barraco. Segundo ela, chovia quando o gerente chegou em sua casa acompanhado dos seguranças e deu ordens para que todos saíssem. 

Sem ter para onde ir com as crianças, se negou a sair e implorou para que sua casa fosse poupada até o dia seguinte. O gerente então deu ordens para que o tratorista derrubasse a casa com todos dentro.

A casa só não foi derrubada porque um dos seguranças de nome FRANK, discutiu com o gerente e não permitiu a ação violenta. 
Durante o tempo que estiveram detidos na sede da Fazenda Espírito Santo, os trabalhadores presenciaram o gerente dando ordens para que os carros da polícia fosse abastecidos, bem como, policiais gesticulando que receberiam dinheiro após a operação. 

No processo que tramita na Vara Agrária de Marabá não há ordem de despejo a ser cumprida contra as famílias. As famílias estão abandonadas em um canto da fazenda sem apoio, sem alimentos e sofrendo ameaças permanentes dos jagunços da Santa Bárbara. 

A CPT e a FETAGRI irão denunciar os responsáveis pela ação ilegal ao Ministério Público, à Ouvidoria Agrária Nacional, à Corregedoria de Polícia e às Entidades de defesa dos direitos humanos. 
Marabá 20 de fevereiro de 2013. 
FETAGRI Regional Sudeste. 
Comissão Pastoral da Terra da diocese de Marabá.


segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013


Marabá/ Cantor Bartô Galeno fica bêbado e não realiza show 
O popular cantor Bartô Galeno deixou de lado seu  compromisso  profissionais, ficou embriagado num balneário próximo a Morada Nova e não realizou o show programado para a Choperia Dísel, naquela mesma localidade. 

Embora tenha recebido antecipadamente o cachê relativo ao seu trabalho, Galeno passou  o sábado divertindo-se às margens do Balneário Flecheira. 

Segundo nota enviada ao blog pelo proprietário da casa noturna, o cantor, embriagado, fugiu de sua responsabilidade, deixando de comparecer ao local do show, causando com isso  prejuízos. 
A foto abaixo mostra  Galeno (ao centro) alegremente divertindo-se no balneário, cercado de fãs. 

Redenção/ Homem transtornado faz refém no setor capuava
Um homem aparentando desequilíbrio emocional e de posse de um revolver calibre 38 municiado,tomou uma autoridade política que não quis se identificar  como refém na noite deste domingo (24). 
Tudo aconteceu enquanto um grupo de amigos se divertia em uma residência localizada no setor capuava,foi quando o homem armado chegou dizendo que ia matar o político o acusando de furto a uma residência que seria de sua propriedade ,momento em que a policia foi chamada.

Duas guarnições chegaram ao local e se depararam com a cena,ao avistar  a viatura o acusado puxou o gatilho três vezes ,enquanto apontava a arma para a cabeça do politico,mais a arma não disparou,então ele apontou para os policiais e efetuou um disparo,os militares fizeram o cerco,e renderam o homem transtornado ,o valentão a arma e as vitimas foram levados a delegacia de policia civil,lá as vitimas foram ouvidas,a arma apreendida e o acusado se encontra preso a disposição da justiça. (redenção 190)